Arquivo da categoria ‘José Saramago

Eu não suporto mais…   Leave a comment

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“Arranca metade do meu corpo, do meu coração, dos meus sonhos. 

Tira um pedaço de mim, qualquer coisa que me desfaça. 
Me recria, porque eu não suporto mais pertencer a tudo, mas não caber em lugar algum.”
José Saramago.

Publicado 01/02/2014 por Berma em Escritores, José Saramago, Poesias

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A felicidade é ou não é.   Leave a comment

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“Quando fores crescido, hás de querer ser feliz. Por enquanto não pensas nisso e é por isso mesmo que o és. Quando pensares, quando quiseres ser feliz, deixará de sê-lo. Para nunca mais! Talvez para nunca mais!… Ouviste? para nunca mais. Quanto mais forte o teu desejo de felicidade, mais infeliz serás. A felicidade não é coisa que se conquiste. Hão de dizer-te que sim. Não acredites. A felicidade é ou não é.” (José Saramago)

Publicado 02/04/2013 por Berma em Escritores, José Saramago

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Nossa maior tragédia…   2 comments

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“Nossa maior tragédia é não saber o que fazer com a vida.”

José Saramago

Publicado 25/03/2013 por Berma em José Saramago, Romances

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José Saramago   Leave a comment

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“Que seria de nós se não sonhássemos?”
— José Saramago

Publicado 15/03/2013 por Berma em José Saramago, Poesias

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“Se tens um coração de ferro, bom proveito. O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo dia.”
— José Saramago

Publicado 12/03/2013 por Berma em Citações, José Saramago, Poesias

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Poema á boca fechada – José Saramago   Leave a comment

Não direi: 
Que o silêncio me sufoca e amordaça.
Calado estou, calado ficarei,
Pois que a língua que falo é de outra raça.

Palavras consumidas se acumulam,
Se represam, cisterna de águas mortas,
Ácidas mágoas em limos transformadas,
Vaza de fundo em que há raízes tortas.

Não direi: 
Que nem sequer o esforço de as dizer merecem,
Palavras que não digam quanto sei
Neste retiro em que me não conhecem.

Nem só lodos se arrastam, nem só lamas,
Nem só animais bóiam, mortos, medos,
Túrgidos frutos em cachos se entrelaçam
No negro poço de onde sobem dedos.

Só direi, 
Crispadamente recolhido e mudo,
Que quem se cala quando me calei
Não poderá morrer sem dizer tudo.

Publicado 12/03/2013 por Berma em José Saramago, Poesias

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